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11/2/2005 - 12:0

Esporte levado a sério


Fonte: Agência BR NEWS

Juliana Melo

Universidades americanas oferecem oportunidade para atletas brasileiros, concedendo bolsas de estudo que incluem formação de qualidade e apoio à prática esportiva.



As portas das universidades americanas estão abertas para atletas brasileiros. De acordo com dados de empresas especializadas, há centenas de universidades nos Estados Unidos procurando por atletas estrangeiros. As instituições oferecem bolsas que variam de 25% a 100% e incluem, além do estudo, moradia, alimentação e material escolar e esportivo. As agências de intercâmbio brasileiras têm se especializado na modalidade de conseguir bons descontos nas anuidades americanas e, até mesmo, bolsas integrais, oferecendo jogadores e nadadores para os times universitários. Para os jovens, é a chance de se tornar fluente no inglês e ganhar a notoriedade de uma graduação no exterior. "Adotados" pelas universidades, os atletas são conduzidos até o esporte profissional e ainda têm chance de garantir uma formação de qualidade. No Estados Unidos, as ligas universitárias alcançam tamanha repercussão que chegam ao ponto de terem seus jogos transmitidos pela TV em cadeia nacional. O maior jogador de basquete de todos os tempos, Michael Jordan, é um bom exemplo dessa prática: ele chegou à NBA (liga de basquete profissional americano) após passar pela Universidade da Carolina do Norte.

Passe-livre

"No Brasil, tinha de optar entre estudar ou jogar futebol", conta Bruno Lemos, 20, que treinou dois anos no Sport Club Corinthians, de São Paulo, e teve de desistir do time profissional porque não conseguia acompanhar os estudos. Após participar do Idea (International Doorway to Education and Athletics), um dos maiores programas de bolsas para esportistas no exterior, ele foi selecionado para jogar futebol na América. O Idea reúne todos os anos cerca de 70 instituições norteamericanas e seleciona atletas de diversas modalidades, como futebol, tênis, golfe, basquete, beisebol e vôlei, e chegou no ano passado ao Brasil. Cerca de 120 estudantes foram levados aos EUA para participar das seletivas, que determinariam os que receberiam as bolsas. "Ficamos duas semanas em testes, com concorrentes da Europa e das Américas", relembra. Para ser admitido, as universidades em geral exigem apenas conhecimento intermediário da língua, comprovado pelo exame Toefl. Algumas pedem também a nota em uma prova de matemática, nada assombrosa para estudantes brasileiros. É preciso ainda ter entre 16 e 26 anos.

Caminho das pedras
Os brasileiros podem conseguir a bolsa divulgando sozinho seu próprio potencial esportivo, com gravação em vídeo, e enviando às universidades americanas (o que requer contatos e muita sorte) ou contratando empresas brasileiras que já conhecem os técnicos universitários e tornam a bolsa quase certa. Segundo Paulo Silva, coordenador da World Study, especializada em intercâmbios e que já garantiu 70 bolsas para brasileiros nos EUA, essa é a forma mais simples. "Não precisa ser nenhum craque. Todo mundo volta com propostas de pelo menos três universidades", conta. Geralmente, as empresas ganham uma comissão por atleta participante. Para integrar o grupo, o estudante paga cerca de US$ 3 mil, que inclui alimentação e hospedagem. As bolsas oferecidas variam de 50% a 100%. Com os descontos, os brasileiros acabam gastando, em média, cerca de US$ 5 mil por ano pelo curso, moradia, alimentação e materiais esportivos nos EUA. Guilherme Pecucci, 19, está há 2 anos no Mars Hill College, na Carolina do Norte. Bolsista do curso de Medicina é jogador de futebol e tem uma rotina diária de treinamento e estudo que ocupa todo seu dia. "Primeiro, vim como intercambista, depois fiquei para a faculdade", conta. Segundo ele, que foi indicado para a universidade por um líder religioso da comunidade que freqüentava, as agências especializadas em ajudar atletas brasileiros a conseguirem bolsa no exterior são uma forma interessante de conseguir estudar nos Estados Unidos. "Recomendo procurar uma empresa especializada ou se comunicar com a escola", diz ele, que pretende ficar os próximos 7 anos no país.

Futuro promissor

A rotina dos atletas nas universidades americanas inclui treinos diários e torneios nos fins de semana. É preciso também manter notas razoáveis e um bom comportamento durante todo o curso.

Há 20 anos, estudar nos Estados Unidos era algo para milionários do Brasil, hoje está acessível a quem esteja disposto a concorrer com outros atletas. Para quem não tem o desconto, as anuidades giram em torno de US$ 25 mil. Segundo a Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta), há 42 mil estudantes fora do País, sendo que 12% estão em universidades. A jovem Thaís Parada, 19, que desembarcou no início deste mês em Tulsa, Oklahoma, está nessas estatísticas. Após dedicar 10 anos de sua vida ao voleibol e atuar pelo Hebraica (SP), BCN de Osasco, e APIV (Associação Piracicabana de Voleibol), a levantadora veio mostrar seu talento nos Estados Unidos, onde vai estudar Educação Física, Especialização em Comércio Exterior e Espanhol, além, é claro, de jogar voleibol defendendo as cores da Oral Roberts University. Thaís deverá treinar todos os dias em dois períodos e disputar as partidas dos torneios às sextas-feiras. Agora, a jovem atleta só quer aproveitar da melhor forma o tempo que estiver nos Estados Unidos e voltar utilizando ao máximo a experiência que terá. "Penso em continuar jogando vôlei depois, mas gostaria de montar uma academia, trabalhar com algo relacionado à saúde. Vivendo esse período, com certeza estarei abrindo um leque maior de possibilidades para o meu futuro", projeta.
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Comentários. Deixe o seu!

1 comentário(s)
Helder - Jundiaí
4/27/2008 6:29:41 PM
Me interecei em saber, se possível algumas informações. Eu jogo voley desde criança, disputei alguns campeonatos daqui de São Paulo como APV, fui federado, mas precisei parar pra poder estudar e logo trabalhar. Atualmente jogo voley com os amigos e tambem todo domingo pelo time da minha empreza. Mas, meus planos daqui a algum tempo é de sair do Brasil pra estudar inglês nos EUA ou Austrália. Mas alguns amigos já me falaram que é possível eu ser contratado por alguma escola/faculdade extrangeira e ser patrocinado pra jogar voley. Não tenho muitas informações a respeito. Podem me ajudar? Eu estou com 20 anos e um inglês básico ainda... té breve, espero manter contato...
 

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